quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Caramujo Gigante Africano: praga a ser combatida ou Alternativa de alimentação?




Desde que foi considerada como espécie exótica invasora no Brasil, é alvo de constantes discussões a cerca das melhores técnicas para manejo e controle, dos prejuízos por ela causados e pelo seu potencial em transmitir importantes nematoides que podem causar doenças.

O fato é que, inicialmente, a ideia da criação controlada era justamente comercializar a carne de Achatina fulica como um substituto ao verdadeiro escargot – Helix aspersia – cuja produção é mais onerosa e menos produtiva. 
Porém a carne não caiu no gosto dos consumidores e a ideia não teve êxito.

No entanto, ao contrário, há uma linha de pesquisa que afirma que o Caramujo Africano é uma excelente fonte alternativa de alimento para populações carentes. 

Alguns dos principais argumentos dos pesquisadores que defendem a prática são que, além de ser uma carne com fonte nutricional significativa, o consumo poderia desviar a atenção de animais silvestres, alternativa de alimento em algumas comunidades, contribuindo assim para a conservação ambiental.
Oficialmente, de acordo com o IBAMA, a criação e venda, entre outras atividades prescritas em lei, é proibida e acarreta em multas e penalidades.

Sendo a base legal para controle de Achatina fulica:

CDB Art. 8o; Constituição Federal Art. 225, parágrafo 1o, inciso VII; Lei 5197/67 Art. 4o; Lei 9605/98. Art. 31, 37 e 61; Decreto 3179/99 Art. 12 e 45; Decreto 4339/02; Portaria IBAMA 93/98 Art. 31; Instrução Normativa Ibama 73/18/2005; Lei 11756/04 (para o Estado de São Paulo).


E você, o que acha da ideia? Responda nossa enquete acima!


 A Conexão Caramujo esclarece que não indica o consumo do Caramujo Gigante Africano sem as devidas orientações, bem como ressalta a importância de manter as boas práticas de controle e catação nas residências com infestações. Para maiores informações, consulte nosso material sobre Saúde – O Caramujo Africano e Você. 

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